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Pensando nos reforços financeiros para a temporada de 2017, o Flamengo oficializou nesta quinta-feira uma nova parceria. O time rubro-negro terá como patrocinador a marca do aplicativo de transporte Über. O clube não revelou os valores envolvidos no acordo.

A contrato inicial será de 45 dias, com a possibilidade de extensão do prazo. De acordo com o site oficial do clube, "a Uber terá a marca exposta na camisa de treino, microfones de entrevistas coletivas e ativação nas redes sociais".

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O aplicativo de transporte está vetado no Rio de Janeiro por um projeto de lei e luta pela sua legalização na capital fluminense. Atualmente, o Uber obteve permissão para atuar na cidade por meio de uma liminar concedida pela 6ª Vara de Fazenda Pública.

O Porto Musical, um evento internacional de música que reúne show, debates e rodadas de negócio, entre outras atividades, teve sua próxima edição, prevista para 2017, cancelada. Segundo comunicado da produtora Melina Hickson, o motivo é falta de verba causada pela perda de patrocínio do BNDES e a flat de apoio dos governos estadual e municipal.

O Porto Musical é realizado desde 2005 no Recife, e sempre focou no mercado da música. Ao todo, sete edições foram realizadas, somando 101 shows e 160 conferências, além de inúmeras rodadas de negócios. Músicos, produtores, representantes de gravadoras e selos se encontraram e debateram a indústria da música, além de fechar negócios.

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"O Porto tornou-se um pólo de discussão sobre o mercado da música, e o melhor lugar para tratar de música como um negócio que rompe as barreiras geográficas. Um porto que ligou artistas, produtores, gravadoras, selos e programadores de todos os lugares, possibilitando o diálogo direto entre músicos e produtores de diversos países, no coração do Recife", afirma Hickson no comunicado.

A nota atribui a não realização do evento à perda do principal patrocinador, o BNDES. Também à falta de respostas dos governos municipal e estadual, que 'não vieram a tempo ou não foram suficientes' para garantir a realização do Porto Musical.

Confira o comunicado da produtora Melina Hickson:

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"Este é um comunicado em primeira pessoa, afetivo e importante. O Porto Musical 2017 está cancelado.

Em 2005, criamos o Porto Musical, uma convenção internacional de música com o objetivo de desenvolver o setor, criando oportunidades e novos negócios com foco também na exportação da música brasileira. Foram 7 edições, 101 shows, 160 conferências. Na última edição, em 2015, realizamos 750 rodadas de negócios e criamos os Daycases, abrindo espaço especial para a música instrumental. Criamos também a Feira Porto Musical de produtos criativos.

Os resultados são muitos. Bandas e artistas que se apresentaram no Porto fecharam contratos, realizaram turnês e tiveram acesso ao mercado internacional pela primeira vez após receberem convites durante a convenção. O Porto tornou-se um pólo de discussão sobre o mercado da música, e o melhor lugar para tratar de música como um negócio que rompe as barreiras geográficas. Um porto que ligou artistas, produtores, gravadoras, selos e programadores de todos os lugares, possibilitando o diálogo direto entre músicos e produtores de diversos países, no coração do Recife.

Atravessamos uma troca constante de gestores públicos e a cada ano, uma nova tentativa, um recomeço, novos discursos e pouco progresso nessas parcerias. Desta vez, não será possível viabilizar o evento. Perdemos nosso maior patrocinador, o BNDES, e as respostas dos governos estadual e municipal não vieram a tempo ou não foram suficientes para garantir a realização do Porto Musical em 2017.

Pedimos desculpas a todos que criaram expectativas sobre essa edição. Pedimos desculpas às bandas que propuseram shows - foram mais de 1300! Agradecemos ao Sebrae e a todos os parceiros e fornecedores que estiveram conosco até aqui. Não temos mais prazo para esperar - a cada dia mais gente se mobiliza para vir, sabendo do projeto massa que criamos por aqui e da importância que ele tem. Por isso, decidimos cancelar esta edição e manter a dignidade de sua história. Por enquanto, programem-se para a SIM São Paulo, pro Música Mundo, em Belo Horizonte, pra Feira da Música de Fortaleza, pra FIMS, entre outras. Quem sabe não nos encontramos em um deles, ou até mesmo aqui no Recife, em breve."

Enquanto ainda negocia os últimos detalhes do contrato de patrocínio com a Caixa Econômica Federal, o Santos deixou de receber R$ 200 mil do banco como parte das comemorações dos 100 anos da Vila Belmiro. O acordo chegou a ser fechado e publicado no Diário Oficial da União na sexta-feira passada, mas acabou cancelado.

Segundo a diretoria do Santos, o edital precisou ser cancelado "em razão da falta de tempo hábil para efetivação do contrato específico nos prazos exigíveis". A Caixa não respondeu aos questionamentos da reportagem de O Estado de S.Paulo.

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O aporte de R$ 200 mil seria feito pela Caixa especificamente como patrocínio ao projeto "Taça Vila 100 Anos". No sábado, o Santos disputou um amistoso com o Benfica em comemoração ao aniversário do estádio e foram entregues duas taças, ambas com o logotipo do banco entre os distintivos de Santos e Benfica.

Paralelamente a esse acordo, na semana passada o Santos assinou um termo de uso de marca com a Caixa, que permite que o logotipo do banco esteja nas camisas do clube nos próximos jogos. A negociação para patrocínio efetivo, no entanto, continua em andamento.

O Santos está sem patrocinador master há quase três anos. O clube deve receber R$ 2 milhões da Caixa até o fim do ano. Para 2017, a expectativa é que o contrato seja de R$ 15 milhões pela temporada toda.

A Caixa é a maior patrocinadora do futebol brasileiro. O banco tem contratos de patrocínio master com 17 clubes, totalizando R$ 128,5 milhões investidos em 2016. Com Santos e Botafogo, no entanto, a Caixa possui até agora apenas termos de uso de marca.

A direção do Náutico, por meio de sua assessoria de imprensa, revelou que chegou a um acerto com a Caixa Econômica Federal para ter o banco como novo patrocinador master. Já a partir deste sábado (10), quando o Timbu recebe o Bahia na Arena de Pernambuco, a marca estará estampada na camisa.

No Brasil, a Caixa é patrocina dez clubes, dentre eles, o rival Sport. O contrato com o clube rubro-negro rendeu R$ 6 milhões aos cofres do Leão. Os outros times patrocinados pelo banco são: Flamengo, Coritiba, Cruzeiro, Atlético Mineiro, Figueirense, Chapecoense e CRB-AL. Valores, e outros detalhes como extensão do contrato, ainda serão divulgados pelo Náutico.

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Por uma indicação, Ana Cecília Moreira Silva colocou o filho George Souza Filho numa academia de judô em Belém. Depois de vários campeonatos e cansada de ficar atrás de uma mesa exercendo a função de contadora, ela decidiu abrir uma academia de artes marciais e um filme chamado “A corrente do bem” deu o impulso para o sonho se realizar. Assim começou a história da Associação Souza Filho de Artes Marciais (Asfam), localizada na avenida Alcindo Cacela, entre Bernal do Couto e Oliveira Belo, no bairro do Umarizal, em Belém.

O diferencial da Asfam é a inserção social através das artes marciais para pessoas com alguma deficiência. E assim alunos como Leonardo Baena apareceram na academia. Ele foi o primeiro campeão nacional com Síndrome de Down, na categoria até 18 anos. Além disso, a academia também aceita alunos sem necessidades especiais.

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Os senseis, como são chamados os professores das artes marciais, fizeram um curso de capacitação para dar aulas aos alunos. A associação tem o título de legitimidade pública municipal e estadual. Mesmo com tudo isso ainda há dificuldades financeiras. A Asfam está arrecadando dinheiro nos cruzamentos de Belém para participar de dois torneios que abrangem todas as categorias. Esses torneios serão realizados neste mês de setembro em Imperatriz (9 a 11) e em Parauapebas (23 a 25). “Falta transporte para vir treinar. O quimono, cada atleta tem que ter dois quimonos”, diz Ana Cecília. “Sim, me sinto realizada, quando chega uma mãe aqui e dá um depoimento. O crescimento de um filho, no que ele melhorou. Uma história de mãe. Um abraço de um filho é tudo”, declara a ex-contadora.

Reinaldo Ribeiro da Costa, um dos senseis que auxiliam os alunos na Asfam, afirma que tenta exercer um papel de exemplo para eles. “Sensei tem que servir de exemplo e espelho para o aluno. É gratificante mostrar que podemos mudar a vida das pessoas com deficiência”, diz.

O esporte amador no Pará enfrenta muitas dificuldades. Reinaldo diz que a academia tem um convênio com a SEEL (Secretaria de Estado de Esporte e Lazer), mas não recebe há meses. A Asfam encontrou outros meios para arrecadar dinheiro. Alunos, pais e professores pedem ajuda no sinal. “Não investem no esporte amador, acaba que temos que fazer rifas e pedágios. Dependemos muito de doações”, afirma Reinaldo. A SEEL não se pronunciou até o momento sobre os atrasos.

Leonor Alves é mãe de um dos alunos que a Asfam acolhe. Ela disse que estava numa galeria em Belém quando a coordenadora da Asfam fez o convite para que seu filho João Vitor, portador da Síndrome de Down, participasse das aulas. “Fiquei receosa, nunca tinha pensado nessa possibilidade. Nunca pensei que teria essa facilidade”, afirmou.

Qualquer pessoa pode se matricular na Asfam. Com cadastro no projeto, são 150 alunos. Desses, apenas 10 são pagantes. Lá, alunos com deficiência visual, autismo e portadores de Síndrome de Down são inseridos socialmente por meio do esporte. Mais informações no facebook da Associação:

www.facebook.com/pages/ASFAM-Associacao-Souza-Filho-De-Artes-Marciais/577143988997738?fref=ts

Por Alisson Gouvea e Nicksson Melo.

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A Caixa Econômica Federal abriu nesta quarta-feira (22) inscrições para seleção de projetos culturais, que serão executados em 2017 e 2018. Entre os projetos disponíveis do programa cultural estão a Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, Apoio a Festivais de Teatro e Dança, Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro e Mostra Bienal CAIXA de Novos Artistas. 

Entre os valores oferecidos pelo patrocínio, a instituição oferece de R$ 300 a R$ 500 mil, a depender do programa. A seleção é voltada para diversas áreas que abrangem projetos de artes visuais (fotografia, escultura, pintura, gravura, desenho, objeto, instalação, videoinstalação, intervenção e novas tecnologias ou performances); teatro (contemporâneo, físico, circo-teatro, performance de palco, etc.); dança (contemporânea, clássica, dança-teatro, etc.); música e cinema, além de projetos para palestras, encontros, cursos, oficinas e lançamento de livros. Sobre as categorias disponíveis, Recife participa da seleção na área Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural

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As inscrições seguem até às 17h (horário de Brasília) do dia 29 de julho. As candidaturas devem ser feitas exclusivamente por meio de preenchimento de formulário eletrônico, disponível na internet

O empresário Laércio Tomé, acionista fundador das empresas Tomé Engenharia e Tomé Equipamentos e Transportes, grupo de São Bernardo do Campo (SP), atribui a contratos de patrocínio da Stock Car parte do pagamento de R$ 34 milhões às empresas do lobista Adir Assad - um dos operadores de propina da Operação Lava Jato. O executivo negou que os valores sejam referentes à propina no esquema de corrupção instalado na Petrobras entre 2004 e 2014.

Adir Assad é apontado como operador de propinas na Diretoria de Serviços da Petrobras, cota do PT no esquema. O lobista foi condenado a 9 anos e 10 meses de prisão por corrupção, lavagem de R$ 18 milhões e associação criminosa. Na sentença, o juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Lava Jato, classificou Assad como "profissional da lavagem de dinheiro".

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Laércio Tomé prestou depoimento à PF em 18 de maio. Ele afirmou que conheceu Adir Assad em uma prova de Stock Car - modalidade de automobilismo do Brasil criada em 1979 - realizada na pista de Interlagos, em São Paulo, em 2008. "Posteriormente fecharam contrato de patrocínio para exibir a marca da empresa nos carros, capacetes de provas de Stock Car, realizadas em diversos Estados do Brasil", afirmou.

A PF atribui à Tomé Engenharia S/A e à Tomé Equipamentos e Transportes S/A o pagamento de R$ 34.137.870.13 para as empresas JSM Engenharia e Terraplanagem LTDA, Rock Star Marketing LTDA e Rock Star Produções Comércio e Serviços - controladas por Adir Assad - entre 1 de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012. A defesa do grupo contesta este valor e afirma que a Polícia Federal computou pelo menos R$ 11.070.888,19 em duplicidade.

De acordo com o advogado Guilherme Cremonesi Caurin, que defende a Tomé, o contrato de patrocínio "tinha como escopo o patrocínio de equipe de corrida Stock Car em diversas temporadas (2009, 2010, 2011 e 2012)". O criminalista afirma que o acordo previa a "exposição da marca Tomé no carro, uniforme, capacete do piloto" e uma espécie de camarote, "com direito a diversas credenciais vips, serviço de buffet, visitação ao box do piloto, camisetas personalizadas, torcida organizada, bares, volta rápida na pista do autódromo".

"O contrato de patrocínio com a Rock Star foi celebrado no início de 2009 e mantido até junho de 2012 quando a Tomé, surpreendida pela imprensa com notícias do envolvimento de Adir Assad na 'CPI do Cachoeira' imediatamente rescindiu o contrato", declarou o advogado.

Entre 1.º de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012, Laércio Tomé foi presidente da Tomé Equipamentos e Transportes S/A. Em depoimento, o executivo declarou que as duas empresas "mantinham contrato de patrocínio com as empresas do grupo Rock Star Marketing LTDA e Rock Star Produções Comércio e Serviços".

Laércio disse não de recordar de negociação com a empresa JSM Engenharia e Terraplanagem LTDA. "Fará levantamento contábil a fim de demonstrar as razões dos pagamentos no valor de R$34.137.870,13 a referidas empresas no período de 1 de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, conforme planilha que ora lhe é apresentada", diz o texto do seu depoimento.

Cartel

A Tomé foi citada, na Lava Jato, na delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. O ex-dirigente da estatal declarou que a Tomé Engenharia "participava do cartel no âmbito da Petrobras, mas com uma participação pequena, dado o porte da empresa". Ele afirmou que o contato com a empresa "se dava por meio de Laércio Tomé e Oliveira, especialmente com o último".

Costa disse "ser provável" que tenha cabido a ele "a indicação de Youssef aos representantes da Tomé para que efetuassem ao pagamento de vantagem indevida relativo aos contratos obtidos".

À PF, Laércio Tomé sustentou que Alberto Youssef esteve uma única vez em sua empresa para "oferecer contrato projeto para construção de ferrovia na Argentina e parque eólico no Brasil". O empresário disse que não fechou negócio e nem teve outro encontro com o doleiro.

"Os valores movimentados pela empresa nunca tiveram o envolvimento de doleiros; s pagamentos efetuados pelas empresas do declarante eram realizados pelo sistema bancário nacional e devidamente contabilizados" afirmou Laércio em seu depoimento, reconhecendo que "efetivamente a empresa manteve contratos de prestação de serviço com a Petrobras" e que "em nenhum dos contratos foi pago qualquer valor para se obter vantagem indevida".

Seguem abertas até o dia 16 de junho as inscrições para o programa O Boticário na Dança. A ação recebe candidaturas de projetos que queiram ser apoiados ao longo de 2017. A confirmação de interesse de participação pode ser feita por meio da internet

Serão aceitas propostas de patrocínio específicas para a área de dança, nas categorias de montagem de festivais, mostras, espetáculos, manutenção de companhias, circulação, produção de vídeos, livros e periódicos, sites, cursos, workshops, oficinas, palestras, fóruns, exposições fotográficas, exibições de vídeos e filmes.

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A divulgação do resultado está prevista para agosto. São priorizados pelo edital de O Boticário na Dança projetos que já tenham sido aprovados, inscritos ou que pretendam se inscrever em leis de incentivo à cultura, em processo de aprovação.

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--> Inscrições abertas para Mostra Brasileira de Dança

O Corinthians anunciou nesta quarta-feira que fechou um acordo com a Caixa Econômica Federal para ser a patrocinadora master do seu uniforme. O novo contrato com o banco estatal é de 12 meses e renderá R$ 30 milhões ao clube paulista, de acordo com a nota oficial divulgada.

O logo do banco estatal volta ao uniforme corintiano já neste sábado, nas quartas de final do Campeonato Paulista, diante do Red Bull Brasil, no Itaquerão. Neste ano, porém, a marca estará somente na parte frontal do uniforme, diferente de 2015, quando também aparecia acima do número dos jogadores, nas costas.

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O novo contrato, porém, libera a diretoria corintiana a buscar novos patrocinadores tanto para a parte posterior como para a barra da camiseta, o que era vetado anteriormente. Assim, o clube poderá conseguir receitas extras em comparação ao ano passado.

As negociações entre Corinthians e Caixa se estenderam por longo período, pois o clube não concordava em receber o valor pago na última temporada. Assim, a liberação de outras partes do uniforme acabou resolvendo o impasse que levou o clube a disputar várias partidas sem um patrocinador master, pois o contrato anterior se encerrou em 24 de fevereiro.

"Através de toda a negociação e com a paciência necessária em um processo como este, conseguimos mostrar para o nosso parceiro o reposicionamento da marca Corinthians no patamar que ela merece. Foi uma vitória para o clube, que nas ultimas renovações não havia conseguido incrementar o valor da propriedade, e uma vitória para o parceiro que continuará com grande exposição e tendo alto retorno sobre o investimento", disse Gustavo Herbetta, Superintendente de Marketing do Corinthians.

Antes de acertar um novo acordo com a Caixa, o Corinthians já contava com o patrocínio da Nike, a sua fornecedora de material esportivo, da Winnerplay.net, da Special Dog e da TIM.

A renovação do acordo com o Corinthians se dá apenas um dia após a Caixa acertar um novo contrato com o Vasco por R$ 7,5 milhões. Além disso, o banco estatal também patrocina Flamengo (R$ 25 milhões), Atlético-MG, Cruzeiro (R$ 12,5 milhões cada), Vitória, Sport, Coritiba, Atlético-PR (R$ 6 milhões cada), Figueirense, Chapecoense (R$ 4 milhões) e CRB (R$ 1 milhão). Com exceção dos alagoanos e do Vasco, todos os demais clubes estão na elite do futebol brasileiro.

O Banco do Nordeste lançou um edital para seleção de projetos culturais a serem realizados em sua área de atuação (Nordeste, Norte de Minas Gerais e Espírito Santo) e nos centros culturaisd e Fortaleza; Cariri, em Juazeiro do Norte; no sul do Ceará; e Souza, no alto sertão paraibano. Os valores do patrocínio podem chegar até R$ 100 mil. Interessados podem se inscrever até o dia 6 de maio de 2016 pelo site do Banco do Nordeste

A seleção é válida para o exercício dos anos 2016, 2017 e 2018. Podem ser inscritos projetos de qualquer linguagem artística. A avaliação será feita por uma comissão interna do banco composta por técnicos dos centros culturais e dos ambientes de marketing e de Comunicação. A divulgação dos resultados será até o dia 10 de junho também no site do BNB. 

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Termina nesta quarta-feira a parceira iniciada em 2012 entre Corinthians e Caixa Econômica Federal. Banco e clube não entraram em acordo e, por isso, o contrato de patrocínio não será renovado. A informação foi publicada pela revista Veja e confirmada pela reportagem do jornal O Estado de S.Paulo.

A Caixa queria manter os R$ 30 milhões por ano que vinha pagando desde o início do parceria, mas o Corinthians exigia aumento para ampliar o vínculo por mais uma temporada. A diretoria alega ter propostas melhores do que a da Caixa. A expectativa é receber R$ 40 milhões pelo patrocínio master.

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Hoje, o Corinthians tem outros três patrocinadores no uniforme: omoplata (Winnerplay), número (TIM) e calção (Special Dog). A meta do departamento de marketing é arrecadar um total de R$ 60 milhões por temporada com o uniforme.

Com o fim do vínculo com o Corinthians, o Flamengo passa a ser o clube com o maior contrato de patrocínio com a Caixa. O time rubro-negro recebe R$ 25 milhões por ano.

A Caixa Econômica Federal investirá R$ 83 milhões em patrocínios a dez clubes brasileiros neste ano. A novidade é a inclusão de Cruzeiro e Atlético Mineiro na lista de clubes patrocinados pelo banco estatal. A saída do Corinthians pode abrir espaço para outros clubes.

A CBF confirmou nesta sexta-feira o fim precoce do contrato de mais um de seus patrocinadores - o terceiro nos últimos meses -, e a debandada pode não parar por aí. Apesar de não assumirem publicamente, pelo menos quatro empresas que ainda investem na entidade deram a entender que podem romper os seus contratos se a crise de credibilidade na CBF persistir.

Procuradas pelo jornal O Estado de S.Paulo, as empresas que continuam como parceiras da confederação destacaram o investimento no "futebol e na seleção brasileira", mas Itaú, Vivo, Gol e Mastercard informaram que acompanham com atenção o momento pelo qual passa a CBF.

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"Apoiamos as investigações em prol da transparência e da ética na gestão do esporte, no mundo e no Brasil. É fundamental que a CBF adote modelo de governança que demonstre o seu compromisso com esses alicerces, conforme já sinalizamos à Confederação em oportunidades anteriores", declarou o banco Itaú por meio de nota.

Posição semelhante adotou a Mastercard. "Com relação às notícias recentes, nós esperamos que qualquer entidade com a qual conduzimos negócios operem sob os mais elevados padrões éticos em suas práticas, sem exceção. Nós estamos acompanhando a situação de perto e continuaremos a fazê-lo à medida que a situação evolua".

A Vivo frisou que "repudia qualquer comportamento ilícito e/ou que não esteja adequado aos valores e princípios de atuação da empresa". A Gol, por sua vez, afirmou que não há previsão de mudança nos atuais contratos, mas lembrou que é signatária do Pacto pelo Esporte - que cobra boas práticas de governança em entidades esportivas - e que "como em todo o processo de renovação, as condições serão revistas".

A última empresa a encerrar o vínculo com a CBF foi a fabricante de pneus Michelin. Os patrocínios representaram 70% do faturamento da CBF em 2014 - o balanço do ano passado ainda não foi divulgado -, ano em que as receitas dispararam e chegaram a R$ 519 milhões por causa da Copa do Mundo e a perspectiva de título em casa. O novo balanço deve apresentar queda de receita, já que, de 13 empresas que patrocinavam a CBF, restam 10.

Em meio a um movimento de fuga de patrocinadores, a CBF teve vitória parcial na Justiça na última sexta-feira. A 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca determinou que a Procter & Gamble (P&G), que rompeu contrato com a entidade em junho do ano passado, recolha em até um mês todos os produtos que estejam no mercado e ainda ostentem a logomarca da confederação. A decisão, em caráter liminar, porém, não atendeu ao pedido da CBF para que o caso tramite em segredo de Justiça.

O fim do contrato é motivo de disputa judicial por "dano material". O caso ainda tramita, mas a juíza Erica de Paula Rodrigues da Cunha concedeu liminar à CBF por considerar que "não se afigura plausível que as rés (P&G), que não figuram mais como patrocinadoras das modalidades esportivas, continuem a comercializar os produtos com a logomarca das seleções brasileiras de futebol, após o decurso de mais de seis meses".

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A magistrada, porém, negou o pedido para que o caso tramite em segredo de Justiça, como queria a CBF, uma vez que o contrato já foi encerrado e seus efeitos já foram noticiados. A juíza também considerou que o pedido "não se amolda às hipóteses previstas na lei".

A marca patrocinava a CBF desde 2009 e, pelo último contrato, pagava cerca de US$ 5 milhões ao ano à entidade. O rompimento aconteceu em junho do ano passado e partiu da P&G. O distrato se tornou público somente em dezembro. Na ocasião, a CBF divulgou nota informando que "a movimentação de patrocinadores é algo natural, em especial no quadro de instabilidade econômica no qual vive o País" e que uma renegociação estava em curso há mais de ano. Mas a empresa declarou que a decisão se baseava "em cláusula do contrato que prevê a rescisão caso haja algum fato que possa oferecer riscos à preservação da imagem da companhia".

A P&G foi a primeira patrocinadora a romper com a CBF desde que entidade passou a sofrer com uma forte crise de credibilidade, a partir da prisão do ex-presidente José Maria Marin e das suspeitas que recaíram sobre o seu sucessor, Marco Polo Del Nero, atualmente licenciado. Depois, a Petrobras encerrou o patrocínio que tinha para a Copa do Brasil. Já na sexta-feira, a BRF, controladora da Sadia, também anunciou o fim do contrato de patrocínio com a CBF.

A política agressiva de patrocínios adotada pela Caixa Econômica Federal nos últimos anos no futebol brasileiro é uma iniciativa única em nível mundial quando se trata de bancos públicos. Nos países mais desenvolvidos, por exemplo, eles nem passam perto dos clubes, até por restrições legais. É o que ocorre na Europa, na emergente liga norte-americana e até mesmo na América do Sul. Banco estatal colocando dinheiro em clubes de futebol é situação mais comum em países em que as diretrizes governamentais prevalecem sobre as tendências de mercado, como China e Catar.

No meio da semana, a Caixa anunciou seu pacote de patrocínio aos clubes brasileiros para este ano. Serão R$ 83 milhões distribuídos por 10 clubes, valor que deverá aumentar porque está em curso a negociação para renovar o acordo com o Corinthians, que vence no final de fevereiro (R$ 30 milhões). E Vasco e Atlético Mineiro ainda sonham em entrar para a turma. Além disso, haverá o desembolso de mais R$ 18 milhões em patrocínio a várias competições como Copa Verde, Copa do Nordeste, Campeonato Brasileiro das Séries B e C e competições de futebol feminino.

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Voracidade assim - praticamente metade dos clubes da Série A terá o logo do banco na camisa -, vê-se atualmente somente na China. Lá dinheiro não falta e o governo colocou em ação plano ambicioso para tornar o futebol do país uma potência. Os bancos, claro, foram "chamados" a contribuir.

Um deles, o Citic Group, está à frente do Beijing Guoan, que tirou o meia Renato Augusto do Corinthians pagando salários de R$ 2 milhões mensais - o volante Ralf também foi para lá. O ICBC, Industrial and Commercial Bank of China, também está a postos para colocar seus yuans no futebol. O Citic, fundado em 1979 pelo então líder chinês Deng Xiaoping, não divulga dados sobre investimentos no futebol. Mas, segundo a revista Fortune, apresentou lucro de R$ 19 bilhões em 2014.

No Catar, sede da Copa do Mundo de 2022, o Qatar FC é patrocinado pelo Qatar Nacional Bank (QNB), que tem 50% de seu capital público. É comum a equipe ter jogadores brasileiros no elenco. O treinador é Sebastião Lazaroni, que comandou a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1990.

ESTRATÉGIA - A Caixa patrocina times de futebol desde 2012, ano em que firmou seu primeiro contato com o Corinthians. Já chegou a ter sua marca exposta em 15 clubes simultaneamente. E virou-se para o esporte mais popular do País como estratégia de marketing. "Em que pese a Caixa ter grande presença em esportes olímpicos e competições amadoras há décadas, isso não dava exposição muito grande à marca. Então, entendemos que precisávamos ser mais agressivos e partimos para os times de futebol", afirmou o superintendente nacional de promoções do banco, Gerson Bordignon.

Ele diz não concordar com quem condena o investimento do banco no futebol pelo fato de ser público. "É uma crítica equivocada. Quando a Caixa patrocina o futebol, eu não entendo que seja uma estatal. É um banco comercial como um outro qualquer, tem toda a gama de produtos que um banco privado tem. Precisa competir em igualdade de condições em um campo altamente competitivo como esse".

Bordignon também rebate quem vê influência política na escolha dos clubes contemplados - Atlético Mineiro e Cruzeiro entraram este ano no rol dos patrocinados e comenta-se que foi fruto do empenho do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). "Nosso foco são os grandes mercados, mercados de interesse da Caixa, clubes de grande torcida", disse, garantindo que estes são os critérios considerados.

Outro banco público a investir no patrocínio de clubes de futebol é o gaúcho Banrisul, que investe em Internacional e Grêmio. Segundo o mercado, o banco colocou R$ 16 milhões em cada clube no ano passado.

A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira, em cerimônia no Palácio do Planalto, que o apoio da Caixa ao futebol "vai além dos contratos". "É uma parceria comercial positiva", afirmou. Na cerimônia, para assinatura de patrocínio de R$ 83 milhões do banco público a dez clubes da modalidade, ela destacou a assinatura de um decreto que cria a autoridade pública de governança do futebol, entre uma série de medidas para estímulo ao esporte. "Acompanharemos com interesse, rigor e transparência as contrapartidas assumidas pelos clubes", afirmou.

Além dos dez clubes que assinaram contrato de patrocínio com a Caixa nesta terça-feira, o banco deve renovar com o Corinthians e ainda negocia com o Atlético-GO e o Vasco, informou a presidente.

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Em 2015, o banco estatal desembolsou R$ 15 milhões para patrocinar o Vasco da Gama, que caiu para a Série B. O patrocínio do Atlético-GO foi de R$ 2,4 milhões. Esses patrocínios se encerraram em dezembro. O contrato do Corinthians, que vence no dia 28 de fevereiro deste ano, é de R$ 30 milhões.

A presidente disse que viu com satisfação a inclusão dos dois maiores clubes de Minas Gerias no rol dos beneficiados pelo patrocínio estatal em 2016, em especial "meu querido" Atlético-MG, clube para o qual torce. Cada um dos times mineiros vai receber R$ 12,5 milhões neste ano.

No fim da cerimônia, a presidente ganhou camisetas personalizadas dos times patrocinados, com "Presidente Dilma" escrito nas costas.

Dilma citou ainda possíveis mudanças no Estatuto do Torcedor e revisão da Lei Pelé e alegou que todas essas ações darão velocidade à modernização do futebol e podem estimular a "cadeia produtiva" do esporte, gerando mais empregos. A presidente disse que pediu ao Ministério da Educação que instituísse uma comissão para criar cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de gestão dos esportes.

"Acima de tudo queremos valorizar a nossa história e identidade. Somos, sem dúvida, a pátria de chuteiras", afirmou. "A Caixa está marcando um gol de placa para ajudar que o Brasil volte a exportar a arte do futebol e não apenas os nossos craques", afirmou.

A presidente da Caixa, Miriam Belchior, afirmou, em nota, que os patrocínios ao futebol fortalecem a marca do banco e colaboram para a profissionalização da gestão dos clubes. "O apoio ao futebol, assim como a outras modalidades esportivas, aumenta a visibilidade da nossa marca e contribui com o desenvolvimento do esporte", afirmou.

Os patrocínios do banco estão ancorados nos critérios do Profut. Entre outras exigências do governo para aderir ao programa que dá desconto na regularização das dívidas, estão gestão fiscal, governança, fortalecimento do futebol feminino, melhoria das condições de trabalho dos atletas e formação de categoria de base. Ainda está prevista a criação de uma modalidade exclusiva de loterias, com destinação dos recursos arrecadados aos clubes que aderirem ao programa.

A Caixa também desembolsará R$ 15,6 milhões em 2016 para patrocinar a Copa Verde, a Copa do Nordeste e o Brasileirão Feminino.

O futebol foi incluído em 2012 entre as modalidades patrocinadas pela Caixa, a partir da assinatura de convênios de folhas de pagamento, fechados com algumas prefeituras e governos estaduais, como revelou o Estado de S. Paulo em 2013.

A Caixa também patrocina modalidades olímpicas, com investimentos no Atletismo, Ginástica, Ciclismo e Luta Olímpica, além do apoio ao Paradesporto. O investimento no período de 2013 a 2016, para a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), é de R$ 90 milhões; para a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), no mesmo período, o valor é de R$ 35 milhões.

Já para a Confederação Brasileira de Lutas Associadas (CBLA), os recursos são da ordem de R$ 11,2 milhões. Para o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), R$ 120 milhões. Para o Ciclismo, serão investidos 17 milhões no quadriênio.

Através do Diário Oficial da União, a Caixa Econômica Federal divulgou nesta terça-feira (19), os clubes que patrocinará na temporada de 2016. Na lista, algumas novidades, como a inclusão de Cruzeiro e Atlético Mineiro, e a ausência do Corinthians. Este último, contudo ainda tem negociações abertas com o banco e espera receber um valor de aproximadamente R$30 milhões.

Em Pernambuco, o Sport permanece como único clube a ser patrocinado pela Caixa, recebendo R$6 milhões. O valor permanece o mesmo de 2015. Havia uma expectativa de aumento para cerca de R$7,5 milhões. Enquanto isso, Náutico e Santa Cruz que também pretendiam contar com a verba do banco para esta temporada ficaram de fora da lista divulgada.

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Entre os times listados, o maior valor será recebido pelo Flamengo. O rubro-negro carioca uma verba de R$25 milhões. Das 10 equipes divulgadas, apenas uma não é da Série A, o CRB, que disputará a segunda divisão em 2016, o clube alagoano receberá R$1 milhão do banco.

Confira a lista dos clubes que serão patrocinados pela Caixa e os respectivos valores que irão receber:

CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO / VALOR: R$ 25.000.000,00 

CRUZEIRO ESPORTE CLUBE / VALOR: R$ 12.500.000,00 

CLUBE ATLÉTICO MINEIRO / VALOR: R$ 12.500.000,00 

SPORT CLUB DO RECIFE / VALOR: R$6.000.000,00

CLUBE DE REGATAS DO BRASIL – CRB / VALOR: R$ 1.000.000,00

ESPORTE CLUBE VITÓRIA / VALOR: R$ 6.000.000,00

ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL / VALOR: R$ 4.000.000,00 

FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE / VALOR: R$4.000.000,00 

CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE / VALOR:R$ 6.000.000,00 

CORITIBA FOOTBALL CLUB / VALOR: R$ 6.000.000,00

Além dos acertos fora de campo, os clubes pernambucanos se mexem fora dele para buscar receitas para a nova temporada. E para os dois representantes do estado na Série A, um acerto já parece estar bem encaminhado, o da Caixa Econômica Federal. Já presente na camisa rubro-negra há dois anos o contrato com o banco e encerrou ao final de 2015 e a renovação é negociada, enquanto o tricolor teria o patrocínio como uma das grandes novidades para 2016.

As negociações com o Sport estão avançadas e a renovação de contrato deve ser anunciada ainda nesta semana, os valores ainda não foram definidos, mas devem permanecer na casa dos R$ 6 milhões, valor equivalente ao contrato anterior. Com o Santa Cruz, a expectativa do acerto surgiu após o vice-presidente do clube postar uma mensagem em seu twitter fazendo referência ao banco. O desejo do clube coral pelo patrocínio é uma vontade antiga dos dirigentes. Vale lembrar que para estampar a marca da Caixa no uniforme os clubes precisam ter as certidões negativas de débitos junto à receita federal e o nome limpo de dívidas fiscais.

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Além dos pernambucanos, a Caixa também negocia o acerto com outros três clubes da Série A, o Cruzeiro, o Atlético-MG e o América-MG. Se forem confirmados, a empresa estará presente em 12 dos 20 clubes da primeira divisão. Na Série B, atualmente três possuem o patrocínio: Vasco, CRB, e Atlético-GO. O banco tem destinado cerca de R$ 100,5 milhões para serem investidos no futebol.

Duas semanas após o site Football Leaks, registrado na Rússia mas escrito em português, vazar o contrato entre a empresa Neymar Sport Marketing, que cuida da carreira do atleta, e o fundo de investimento Doyen Sports, as duas companhias anunciaram nesta sexta-feira que chegaram a um acordo para renovar o vínculo.

Pelo que explicou a Doyen em nota oficial nesta sexta, a parceria começou em abril de 2013 e permite ao fundo de investimento baseado em Malta "prospectar negócios publicitários usando a imagem" de Neymar. "A renovação concede à Doyen Sports trabalhar também a nível global dando sequência à boa sinergia criada com a NR Sports e aos resultados conseguidos", diz o comunicado.

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Os documentos do Football Leaks mostram que o primeiro acordo entre Neymar e a Doyen foi assinado em 2 de agosto de 2012, durante os Jogos Olímpicos de Londres, entre Neymar pai e Nélio Lucas, português que preside a Doyen.

A NR Sports recebeu 6 milhões de euros do fundo de investimentos, que em troca ficou com o direito de gerir a carreira de Neymar com exclusividade na Ásia, Angola, Rússia, México e Turquia, além de Reino Unidos e EUA, sendo que nestes dois últimos sem exclusividade.

Responsável por comprar os direitos econômicos de Leandro Damião e Lucas Lima, entre outros, a Doyen tem sido alvo do Football Leaks. Em novembro o presidente do Twente, Aldo van der Laan, renunciou ao clube holandês após os contratos entre o Twente e a Doyen serem publicados. Ficou comprovado que a empresa detinha porcentagem sobre jogadores, o que a Fifa agora proíbe.

A Fifa assinou nesta quarta-feira um contrato de patrocínio de oito anos com a Alibaba E-Auto para o Mundial de Clubes, refletindo o vasto potencial de marketing da China, mesmo em um momento de crise na entidade, com a detenção e afastamento de vários dos seus dirigentes.

O diretor de marketing da Fifa, Thierry Weil, anunciou o acordo nesta quarta com a marca fabricante de carros da empresa chinesa de comércio eletrônico Alibaba Group, a maior empresa de comércio eletrônico do mundo.

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"A China não é um mercado que a Fifa ainda é forte", disse Weil. "A Fifa está especialmente olhando para o mercado para ajudar a desenvolver o futebol nesse mercado. A China não pode ser negligenciada, porque é um mercado enorme", completou.

Com o acordo, a marca Alibaba E-Auto já será exposta nos estádios do torneio deste ano, que será realizado no Japão a partir desta quinta-feira, com a decisão marcada para 20 de dezembro.

O Mundial de Clubes é disputado por sete clubes, sendo seis campeões continentais e um representante do país-sede. A edição deste ano tem o Barcelona, vencedor da Liga dos Campeões da Europa, e o River Plate, que levou o título da Copa Libertadores, como favoritos.

O anúncio do acordo vem no momento em que a Fifa está preocupada com a sua capacidade de manter e atrair patrocinadores na sequência de um escândalo de corrupção envolvendo vários dos seus membros.

"Seria errado para mim dizer sim, que não temos enfrentado dificuldades", afirmou Weil. "Você pode imaginar sobre esse períodos e as determinadas circunstâncias com o que está acontecendo na Fifa", acrescentou o dirigente, reconhecendo que a situação só deverá melhorar quando o comando da entidade mudar de mãos.

"Não é fácil de vender. Nós estamos em discussões com diferentes empresas, mas também somos realistas para dizer que isso não vai mudar antes das reformas a serem aprovadas pelo Congresso e antes que um novo presidente seja eleito no dia 26 de fevereiro", concluiu o diretor de marketing da Fifa.

A Caixa Econômica Federal pretende investir cerca de R$54 milhões em projetos culturais. A instituição está disponibilizando dois programas diferentes, que pretendem contribuir para o fomento cultural no país: Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural e Apoio a Festivais de Teatro e Dança. 

Podem concorrer projetos de artes visuais (fotografia, escultura, pintura, gravura, desenho, instalação, videoinstalação, intervenção e novas tecnologias ou performances); teatro (contemporâneo, físico, circo-teatro, performance de palco, etc.); dança (contemporânea, clássica, dança-teatro, etc.); música e cinema. Poderão ser apresentados ainda, projetos para palestras, encontros, cursos, oficinas e lançamento de livros. Já na categoria de Festivais de Teatro e Dança serão considerados somente os eventos que contemplem pelo menos dez espetáculos distintos, além de palestras, oficinas e cursos.

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As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, até o dia 21 de julho. Os projetos selecionados pelo Programa de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural irão compor a programação dos espaços de Recife, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, entre os eses de março de 2016 e fevereiro de 2017, podendo ser prorrogado por mais um ano. 

Na edição anterior, a Caixa Econômica Federal investiu cerca de R$40 milhões, em 285 projetos. O edital completo está disponível no site de programas culturais da caixa.

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